SINDICATO DOS TRABALHADORES DE SERVIÇOS DE PORTARIA, VIGILÂNCIA, LIMPEZA, DOMÉSTICAS E ACTIVIDADES DIVERSAS

AESIRF boicotou todas as possibilidades de um CCT único no sector da vigilância privada!

· Recusou negociar o CCT da vigilância privada com a P.O.S. e A AES;

· Recusou a conciliação no Ministério Trabalho (requerida pela P.O.S);

· Recusou a mediação proposta pelo Ministério Trabalho.

Mas, afinal, o que quer a AESIRF?

É uma verdade incontestada: a AESIRF é a associação patronal histórica no sector – mas, nos últimos anos, tem tido na contratação colectiva um comportamento inaceitável e que, na prática, rejeita essa responsabilidade histórica.

Por decisão própria, a AESIRF, nos últimos anos, afastou-se das negociações da revisão do CCT da Vigilância Privada e, pior ainda, boicotou todas as várias fases de negociações que os sindicatos da P.O.S.- Plataforma das Organizações Sindicais tentaram concretizar.

A LUTA CONTINUA, POR UM CCT ÚNICO NO SECTOR!

Ler mais sobre a negociação do CCT n’O Vigilante - Boletim do STAD para os Trabalhadores do Sector da Vigilância Privada

O VIGILANTE n3 2021

Foi hoje publicado no Diário da República a Portaria de Extensão nº. 152/2021 de 16 de Junho do CCT/STAD, Organizações Sindicais Outorgantes e a AES ( Associação de Empresas de Segurança ).

O CCT / STAD aplica-se, devido à publicação desta PE:

a. A todas as empresas não filiadas na AES, excepto às empresas associadas na AESIRF;

b. Às empresas associadas na AES

O CCT/STAD não se aplica :

a. Aos sindicatos FECTRANS; CESP E SITAVA (por oposição dos mesmos)

b. Às empresas associadas na AESIRF

Sector da vigilância privada publicada hoje a portaria de extensão do Contrato Colectivo de Trabalho

Grande vitória do STAD e dos trabalhadores vigilantes no cliente Ministério da Finanças na mudança de mudança de empresa da Securitas para Ovisegur.

Os trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério das Finanças vão retomar os seus postos de trabalho, com a garantia do cumprimento de todos os seus direitos, da aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho do STAD e da Lei de Transmissão de Estabelecimento.

A luta dos trabalhadores e o STAD impuseram as suas reivindicações e alcançaram uma grande vitória: a reposição da Lei e da Justiça.

Em face desta grande vitória, o STAD cancelou a concentração de protesto e denúncia que estava marcada para terça-feira, 20 de Julho, caso não viesse a ser garantido o integral cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério das Finanças.

 Na sequência da grande vitória dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério da Finanças, que conquistaram o regresso os seus postos de trabalho, dos quais tinham sido afastados ilegalmente no início deste mês, o STAD enviou à Comunicação Social, esta tarde, o seguinte Comunicado:

Vitória do STAD e dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério da Finanças

Os trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério das Finanças, impedidos de aceder ao seu local de trabalho, desde o dia 1 de Julho, vão retomar os seus postos de trabalho, com garantia do cumprimento de todos os seus direitos, da aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho do STAD e da Lei de Transmissão de Estabelecimento.

O STAD e a luta dos trabalhadores impuseram as suas reivindicações e alcançaram uma grande vitória: a reposição da Lei e da Justiça.

O Ministério das Finanças transmitiu hoje ao STAD a concordância com os termos propostos na reunião da passada terça-feira, 13 de Junho, com os ministérios do Trabalho e das Finanças e com as empresas envolvidas, Securitas e Ovisegur, para resolver a situação dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério das Finanças, impedidos de ocupar o seu posto de trabalho, desde o dia 1 de Julho, ocorreu a sucessão de empresas, da Securitas para a Ovisegur, e esta última não cumpriu com o estabelecido no Contrato Coletivo de Trabalho do STAD nem na Lei de Transmissão de Estabelecimento

Com o aval dos Ministério das Finanças, que foi também enviado às duas empresas, ficou garantida a efectividade do vínculo laboral, a antiguidade e a ocupação do posto de trabalho por todos os trabalhadores que exerciam funções no Ministério, bem assim como o pagamento das retribuições dos trabalhadores, desde o início do mês.

Os trabalhadores de vigilância privada com funções na Secretaria Geral do Ministério das Finanças foram impedidos de ocupar o seu posto de trabalho, no dia 1 de Julho, pela empresa de vigilância privada Ovisegur, que passou a assegurar aquele serviço e recusou cumprir o Contrato Coletivo de Trabalho do STAD, cláusula 14.ª, e a própria a Lei de Transmissão de Estabelecimento (Artº 285 e 286 do Código do Trabalho), que determina que os trabalhadores transitem da empresa cessante para aquela que passe a prestar o serviço.

Com os resultados agora anunciados, o STAD cancelou a concentração de protesto e denúncia que estava marcada para terça-feira, 20 de Julho, se não viesse a ser garantido o integral cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério das Finanças.

Grande vitória do STAD e dos trabalhadores vigilantes na Secretaria Geral do Ministério da Finanças

O STAD saúda todos os trabalhadores e trabalhadoras da empresa SUCH-Talenter em luta nos dias 4,5,7,9, de julho: Forte greve e grandiosas concentrações em frente aos hospitais:

• Centro da Universidade de Coimbra;

• Hospital Garcia de Orta, Almada

• Centro Hospitalar Viseu/Tondela

Camarada,

A nossa luta de Julho teve um forte apoio da Classe Trabalhadora, com uma forte adesão á greve e uma grande participação nas concentrações que se realizaram em frente aos Hospitais de Coimbra, Almada e Viseu! Os trabalhadores e trabalhadoras demonstraram mais uma vez que estão prontos a lutar contra a actuação dasuch-talenter e contra os roubos que estão a fazer no valor do subsídio de alimentação e contra o não pagamento dos feriados de valor igual ao que o such sempre pagou no passado.

As trabalhadoras de limpeza hospitalar também têm o STAD na primeira linha do combate à pandemia e não aceitam perder os direitos que foram adquiridos ao longo dos anos.

O STAD após esta nossa luta já solicitou ao ministério do trabalho uma nova reunião com a SUCH-Talenter. O STAD, nesta reunião pretende, mais uma vez, tentar resolver com a SUCH-Talenter o conflito que a mesma criou ao não cumprir com os direitos que os trabalhadores adquiriram ao longo dos anos e agora a empresa não quer cumprir.

Jamais aceitaremos que nos retirem direitos adquiridos ao longo dos anos.

Recordamos que o STAD desde a primeira hora tem tentado resolver esta situação ciada pela SUCH-Talenter – e somente continuamos o nosso combate porque intransigentemente esta empresa não quer resolver o conflito.

É muito fácil acabar com o conflito – é devolver aos trabalhadores o que lhes foi roubado, seja o subsídio de alimentação seja o pagamento do trabalho em feriados. Queira a SUCH-Talenter acabar com o conflito e ele acabará imediatamente quando a empresa se comprometer por escrito que vai respeitar os direitos adquiridos - e cumprir depois.

Assim que a reunião que foi pedida ao ministério do trabalho se realize, o STAD comunicará aos trabalhadores o que se passou e, como sempre, estamos disponíveis para, através do diálogo social, resolver os problemas dos trabalhadores - é só a SUCH-Talente querer!!

Mas desde já informamos que, se a SUCH-Talente não resolver o conflito que ela mesma criou, os trabalhadores e o STAD vão continuar a lutar até que as reivindicações dos trabalhadores sejam satisfeitas.

Os trabalhadores estão sempre disponíveis para continuar a lutar até que as suas justas reivindicações sejam satisfeitas pela empresa e os direitos adquiridos sejam repostos

Viva a justa luta dos trabalhadores de limpeza hospitalar nos hospitais de Coimbra, Almada e Viseu contra a SUCH-Talente!

A luta continua - venceremos!

Ler Saudação do STAD aos trabalhadores e trabalhadoras da empresa SUCH-Talenter

 STAD saúda todos os trabalhadores e trabalhadoras da empresa SUCH Talenter

Trabalhadores vigilantes da Securitas no Ministério das Finanças mantêm-se mobilizados para a luta até ao cumprimento cabal dos seus direitos

Na expectativa de os trabalhadores da Securitas retomarem, já na próxima segunda-feira, os seus postos de trabalho que estavam impedidos de ocupar, desde o dia 1 de Julho, na Secretaria Geral do Ministério das Finanças, em Lisboa, o STAD desconvocou a concentração de denúncia e protesto que estava marcada para a tarde de hoje, frente ao Ministério das Financas, no Terreiro do Paço. Mas ficou já marcada nova concentração para terça-feira, dia 20 de Julho, se não vierem a ser satisfeitas as reivindicações do STAD: a garantia do cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores; da efectividade do vínculo laboral e da antiguidade, bem como a ocupação do posto de trabalho por todos os trabalhadores que exerciam funções no ministério.

A perspetiva de resolução do conflito foi comunicada esta tarde aos trabalhadores que já estavam reunidos no Terreiro do Paço, para participarem na concentração, que acabou por ser desmobilizada.

O Coordenador do Sector da Vigilância Privada do STAD, Rui Tomé, informou os trabalhadores que, até à próxima sexta-feira, terá de haver a garantia do cumprimento dos todos os direitos dos trabalhadores e que, na segunda-feira, o STAD participará em nova reunião, no Ministério do Trabalho, para confirmar o cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores.

Recorde-se que os trabalhadores de vigilância privada da Securitas que exerciam funções na Secretaria Geral do Ministério das Finanças estão impedidos de ocupar o seu posto de trabalho, desde o dia 1 de Julho, porque a empresa de vigilância privada Ovisegur, que passou a assegurar aquele serviço, desde o início do mês, recusou cumprir a Lei de Transmissão de Estabelecimento (Artº 285 e 286 do Código do Trabalho), que determina que os trabalhadores transitem da empresa cessante para aquela que passe a prestar o serviço.

 

Rui Tomé Ovisegur Securitas terreiro do paço

Antes da reunião, Rui Tomé, Coordenador do Sector da Vigilância Privada do STAD, explicou, há pouco, o que vai defender na reunião que está a decorrer, desde as 11h00, com o Ministério do Trabalho, as empresas Securitas e Ovisegur e o cliente Ministério das Finanças.

Na reunião, o STAD exige que a Ovisegur respeite a Lei de Transmissão de Estabelecimento, designadamente, que assuma todos os trabalhadores que tinham os seus postos de trabalho no cliente Ministério das Finanças, e que, também de acordo com a lei, respeite os direitos dos trabalhadores, designadamente a efectividade e a antiguidade.

Logo que termine a reunião, o STAD prestará aqui informação dos seus resultados.

Hoje à tarde, das 15h00 às 17h00, haverá concentração de denúncia e protesto junto ao Ministério das Finanças - Terreiro do Paço (defronte da estação do sul e sudeste - barcos do Barreiro).

 

Rui Tomé Ovisegur Securitas

 

Devido ao facto do Ministério do Trabalho ter marcado a reunião solicitada pelo STAD com as empresas Ovisegur, Securitas e o cliente Mistério das Finanças, para as 11 horas do dia 13 de Julho,a concentração marcada para das 10h30 e as12h30 domesmo dia, foi alterada  para das 15h00 às 17h00 , no Ministério das Finanças - Terreiro do Paço.

Concentração de denuncia e protesto
13 de julho - 3ª feira - das 15h00 às 17h00
Ministério das Finanças - Terreiro do Paço
(defronte da estação do sul e sudeste - barcos do Barreiro)

Todos à concentração, vamos exigir à empresa Ovisegur

• Que no cliente Ministério das Finanças, na mudança de empresa da Securitas para a empresa Ovisegur, sejam salvaguardados os direitos dos trabalhadores (principalmente a efetividade e a antiguidade.

Ler comunicado do STAD sobre Ler Comunicado do STAD sobre alteração da hora da Concentração dos trabalhadores e trabalhadoras vigilantes das empresas Securitas / Ovisegur no cliente Ministério das Finanças - Terreiro do Paço

Ovisegura ctualização3

Sede Lisboa

© 2018 STAD - Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas